Segue uma biografia do Bispo Tutu (Igreja Anglicana) que lutou contra o regime do apartheid na África do Sul.
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terça-feira, 31 de julho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Biografia: Rosa Parks
Rosa Parks
Com um
gesto simples, mas de grande significado, no dia 1 de dezembro de 1955 em
Montgomery, estado do Alabama (EUA), Rosa Parks, uma costureira negra de
42 anos, entrou para a história ao se recusar a ceder seu lugar num ônibus para
um homem branco que exigia que ela se retirasse para ele poder se acomodar.
Naquela época a segregação racial era permitida
pelas leis norte-americanas e, principalmente nos estados do sul, havia leis
que proibiam os negros de frequentar alguns locais ou restringiam o acesso a
transportes e acomodações em locais públicos e restaurantes.
Rosa precisou enfrentar ameaças de morte,
humilhações e teve até de se mudar de estado por não conseguir arranjar
emprego, mas seu papel já havia sido feito e por seu ato de coragem ela é ate
hoje considerada a mãe do movimento moderno pelos direitos civis.
Ao sair do Alabama, em 1957, Rosa Parks já era
símbolo do movimento liderado por Martin Luther King Jr. e fazia parte da
NAACP, uma das mais respeitadas e antigas organizações na luta pela igualdade
racial nos EUA.
Em 1999 Rosa recebeu das mãos do então presidente
Bill Clinton a mais alta honraria oficial concedida pelo governo a um civil norte-americano,
a Medalha de Ouro do Congresso. Além desta e de outras honrarias, Rosa também
foi premiada com a Medalha Presidencial pela Liberdade em 1996 e em 2000 foi
inaugurado um museu com seu nome em Montgomery.
Rosa Parks nasceu em 4 de fevereiro de 1913 em
Tuskegee, Alabama e morreu em 24 de outubro de 2005 em Detroit.
Fonte :
Mais sobre Rosa Parks:Biografia: Martin Luther King Jr

Martin Luther King , Jr. (Atlanta, 15
de janeiro de 1929 — Memphis, 4
de abril de 1968) foi um pastor protestante e ativista
político estadunidense. Tornou-se um dos mais importantes líderes do movimento dos
direitos civis dos negros nos Estados Unidos, e no mundo, com uma campanha de não
violência e de amor ao próximo. Ele foi a pessoa mais jovem a receber o Prémio Nobel da
Paz em 1964, pouco antes de seu assassinato. Seu discurso mais famoso e lembrado é
"Eu Tenho Um Sonho".
Biografia:
Na década de 1960, Luther King liderou várias marchas de protesto e manifestações pacíficas em defesa dos direitos iguais entre brancos e negros e o fim do preconceito e da discriminação racial. Em 14 de outubro de 1964, recebeu o Prêmio Nobel da Paz em função de seu trabalho, combatendo pacificamente o preconceito racial nos Estados Unidos. Em 1967, fez vários discursos protestando contra a participação dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã. Em 1968, organizou a Campanha dos Pobres, pregando a justiça social e econômica. - Em função de sua atuação social e política, Luther King despertou muito ódio naqueles que defendiam a segregação racial nos Estados Unidos. Durante quase toda sua vida adulta, foi constantemente ameaçado de morte por estas pessoas e grupos sendo assassinado na manhã de 4 de abril de 1968,por um homem branco. Sua atuação política e social foi fundamental nas mudanças que ocorreram nas leis dos Estados Unidos nas décadas de 1950 e 1960. As leis segregacionistas foram caindo, dando espaço para uma legislação mais justa e igualitária. Embora sua atuação tenha sido nos Estados Unidos, Luther King é até hoje lembrado nos quatro cantos do mundo como símbolo de luta pacífica pelos direitos civis.
Discurso de Matin Luther King
"Eu Tenho um Sonho"
(em inglês: "I Have a Dream") é o nome popular dado ao
histórico discurso público feito pelo ativista político estadunidense Martin Luther King, no qual falava da necessidade de união e coexistência harmoniosa entre negros e brancos no futuro. O
discurso, realizado no dia 28 de agosto de 1963 nos degraus do Lincoln Memorial em Washington, D.C. como parte da Marcha de Washington por Empregos e Liberdade, foi um
momento decisivo na história do Movimento Americano pelos Direitos Civis. Feito
em frente a uma platéia de mais de duzentas mil pessoas que apoiavam a causa, o
discurso é considerado um dos maiores na história e foi eleito o melhor
discurso estadunidense do século XX numa pesquisa feita no ano de 1999. De acordo com o congressista John Lewis, que também fez um discurso naquele mesmo dia como o presidente
do Comitê Estudantil da Não-Violência, "o Dr. King tinha o poder, a
habilidade e a capacidade de transformar aqueles degraus no Lincoln Memorial em
um púlpito moderno. Falando do jeito que fez, ele conseguiu educar, inspirar e
informar [não apenas] as pessoas que ali estavam, mas também pessoas em todo os
EUA e outras gerações que nem sequer haviam nascido."
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Entrevista com a escritora Wlamyra Albuquerque
Fizemos uma entrevista com Wlamyra Albuquerque, que é a co-autora do livro “Uma história da cultura afro-brasileira”, o qual foi utilizado como base para o Projeto África da oitava série do Colégio Antônio Vieira. Ao saber disso, a autora ficou muito entusiasmada e se sentiu lisonjeada pela homenagem.
EvooÁfrica: O que lhe motivou a escrever um livro sobre a África?
Entrevistada: “Minha motivação para escrever esse livro se deu devido à diversidade cultural africana e por a mesma ser pouco valorizada em outros países”
EvooÁfrica: Como a senhora obteve tanto conhecimento sobre a África e a paricipação africana na colonização do Brasil?
Entrevistada: “Procurei, ao máximo, ler tudo relacionado ao tema, li muitas biografias e busquei conhecer a cultura dos povos africanos mais de perto”
EvooÁfrica: Quais as influências trazidas da África para o Brasil?
Entrevistada: ”É difícil citar uma só influência, o jeito brasileiro de viver é muito africano, o modo de ser, de pensar e a religião, estas influências são tantas que não conseguimos mais notá-las de tão infiltradas que estão na sociedade brasileira.”
EvooÁfrica: Qual foi o papel assumido pelos povos da África na formação da identidade cultural brasileira?
Entrevistada: ”Não só a África influenciou na formação da identidade cultural brasileira. Países europeus e os indígenas que aqui se encontravam deram uma grande contribuição para que a cultura brasileira se constituísse.”
*Esta entrevista foi adaptada*
Por: Aline Jambeiro, Bruna Amaral, Rachel Medrado, Maria Gabriela, Bruna Motta.
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