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terça-feira, 7 de agosto de 2012
Combate à desnutrição é desafio, diz brasileiro em missão ao Sudão do Sul
A seguir, reportagem do G1: Campos de refugiados do país registram até 5 mortes de crianças por dia.
terça-feira, 22 de maio de 2012
Esperança africana supera os problemas da realidade
Africanos se dizem melhores hoje do que cinco anos atrás.
A pesquisa, feita em dez países, diz que eles estão otimistas com relação ao futuro.
Apesar da somatória de problemas englobando desde doenças fatais como AIDS e malária, até políticos corruptos e pobreza crônica, um grande número de africanos afirma que estão melhores hoje do que cinco anos atrás.Além disso, estão otimistas com relação ao próprio futuro e ao das próximas gerações, segundo uma pesquisa realizada pelo “New York Times” e pelo Pew Global Attitudes Project em dez países subsaarianos.
Os resultados apresentam um panorama atípico e complexo de um continente em transição – um retrato de dez países africanos modernos tirado no momento em que lutam para constituir governos responsáveis, administrar conflitos violentos e transformar recursos naturais em riqueza para a população.
A pesquisa identificou que, na maior parte, os africanos estão satisfeitos com os governos nacionais e a maioria dos entrevistados, em sete dos dez países, declarou que a situação econômica está boa, pelo menos em alguns aspectos. Contudo, muitos afirmaram que enfrentam uma série de problemas complexos que, às vezes, ameaçam suas vida, desde o tráfico de drogas, passando por corrupção política, carência de saneamento básico, escolas inadequadas para as crianças, violência étnica e política, até doenças fatais.
As entrevistas feitas pessoalmente foram realizadas em abril e maio com 8.471 adultos em Gana, Etiópia, Costa do Marfim, Quênia, Mali, Nigéria, Senegal, África do Sul, Tanzânia e Uganda. A amostra da pesquisa incluiu populações adultas de todas as regiões desses países, com exceção da África do Sul (onde se concentrou na zona urbana) e da Costa do Marfim (onde foi desproporcionalmente urbana e procurou se manter em áreas simpatizantes ao governo). A margem de erro da pesquisa foi de três ou quatro pontos percentuais para mais ou para menos.
A pesquisa, feita em dez países, diz que eles estão otimistas com relação ao futuro.
Apesar da somatória de problemas englobando desde doenças fatais como AIDS e malária, até políticos corruptos e pobreza crônica, um grande número de africanos afirma que estão melhores hoje do que cinco anos atrás.Além disso, estão otimistas com relação ao próprio futuro e ao das próximas gerações, segundo uma pesquisa realizada pelo “New York Times” e pelo Pew Global Attitudes Project em dez países subsaarianos.
Christoph Bangert/The New York Times
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Fiscais eleitorais após votação fraudada na Nigéria (Foto: Christoph Bangert/The New York Times)
Os resultados apresentam um panorama atípico e complexo de um continente em transição – um retrato de dez países africanos modernos tirado no momento em que lutam para constituir governos responsáveis, administrar conflitos violentos e transformar recursos naturais em riqueza para a população.
A pesquisa identificou que, na maior parte, os africanos estão satisfeitos com os governos nacionais e a maioria dos entrevistados, em sete dos dez países, declarou que a situação econômica está boa, pelo menos em alguns aspectos. Contudo, muitos afirmaram que enfrentam uma série de problemas complexos que, às vezes, ameaçam suas vida, desde o tráfico de drogas, passando por corrupção política, carência de saneamento básico, escolas inadequadas para as crianças, violência étnica e política, até doenças fatais.
As entrevistas feitas pessoalmente foram realizadas em abril e maio com 8.471 adultos em Gana, Etiópia, Costa do Marfim, Quênia, Mali, Nigéria, Senegal, África do Sul, Tanzânia e Uganda. A amostra da pesquisa incluiu populações adultas de todas as regiões desses países, com exceção da África do Sul (onde se concentrou na zona urbana) e da Costa do Marfim (onde foi desproporcionalmente urbana e procurou se manter em áreas simpatizantes ao governo). A margem de erro da pesquisa foi de três ou quatro pontos percentuais para mais ou para menos.
Lydia Polgreen do 'New York Times'
Fonte:
domingo, 20 de maio de 2012
Entrevista Record Mundo discute o problema da fome na África
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Confrontos ao longo da fronteira parecem ter diminuído após resolução aprovada pela ONU exigindo que os dois países cessem o conflito ou enfrentem sanções
Confrontos ao longo da fronteira parecem ter diminuído após resolução aprovada pela ONU exigindo que os dois países cessem o conflito ou enfrentem sanções
O governo do Sudão do Sul está disposto a retomar o diálogo com o Sudão diante da aparente diminuição dos confrontos ao longo da fronteira após a resolução aprovada pela ONU, que na semana passada exigiu que os dois países cessem o conflito ou enfrentem sanções, afirmou nesta segunda-feira (7) o ministro de Informações sul-sudanês, Barnaba Marial Benjamin.
Depois de semanas de incursões e ataques aéreos na região fronteiriça, a área rica em petróleo teve um fim de semana tranquilo, ampliando as chances de uma solução pacífica para os conflitos que tiveram início com a declaração de independência do Sudão do Sul, em julho do ano passado, segundo Benjamin.
"Só estamos esperando que a União Africana marque uma nova data para a retomada de negociações sobre as questões que surgiram após a secessão", disse o ministro. "Nós nunca abandonamos o processo de paz...alguns de nossos oficiais ainda estão em Adis-Abeba", completou, referindo-se à capital etíope, onde tiveram início as conversações. As informações são da Dow Jones.
Fonte:
Imagem encontrada via busca do Google.
O governo do Sudão do Sul está disposto a retomar o diálogo com o Sudão diante da aparente diminuição dos confrontos ao longo da fronteira após a resolução aprovada pela ONU, que na semana passada exigiu que os dois países cessem o conflito ou enfrentem sanções, afirmou nesta segunda-feira (7) o ministro de Informações sul-sudanês, Barnaba Marial Benjamin.
Depois de semanas de incursões e ataques aéreos na região fronteiriça, a área rica em petróleo teve um fim de semana tranquilo, ampliando as chances de uma solução pacífica para os conflitos que tiveram início com a declaração de independência do Sudão do Sul, em julho do ano passado, segundo Benjamin.
"Só estamos esperando que a União Africana marque uma nova data para a retomada de negociações sobre as questões que surgiram após a secessão", disse o ministro. "Nós nunca abandonamos o processo de paz...alguns de nossos oficiais ainda estão em Adis-Abeba", completou, referindo-se à capital etíope, onde tiveram início as conversações. As informações são da Dow Jones.
Fonte:
Imagem encontrada via busca do Google.
Novos confrontos entre Sudão e Sudão do Sul por petróleo na fronteira
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