domingo, 27 de maio de 2012

Discussão de bar em SP termina com universitária angolana morta

A seguir, vejam uma notícia que é o retrato fiel da desumanidade e da intolerância. Por se julgarem superiores aos afro-descendentes, alguns brasileiros insultaram e atiraram em um grupo de angolanos, inclusive em uma mulher grávida. O decepcionante é saber que, mesmo no país mais africanizado do mundo (depois do continente africano, é claro), existem pessoas que não reconhecem a presença e muito menos a importância dos negros na formação cultural brasileira.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Entre ordem e revolução, mulheres buscam um novo espaço no Egito


Elas temem que islamitas derrubem direitos adquiridos na era Mubarak.País vai às urnas em 1º turno para escolher presidente em votação histórica.

A notícia aborda a participação das mulheres nas decisões políticas, as quais estão lutando por 50% de representação no Parlamento. Ao mesmo tempo, ressalta a questão da intolerância de muitos homens islamistas que, apesar de lutarem pela democracia, são a favor do retrocesso da liberdade feminina, através da aprovação de leis islâmicas que comprometam a dignidade e os direitos civis das mulheres.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Costumes Africanos - Curiosidades

Confiram as curiosidade que separamos a cerca dos costumes de alguns grupos étnicos da África. Aproveitem para refletir sobre até que ponto a preservação da identidade cultural de um povo é benéfica ou não para a população.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Haiti - Caetano Veloso e Gilberto Gil


 
Vídeo da música "haiti" de Caetano Veloso
 A canção, apesar de se referir a um país latino-americano, retrata de forma genial a realidade enfrentada por muitos negros baianos. É importante lembrar que, mesmo não abordando um país da África, sua mensagem vale para todas as nações do mundo, inclusive o Brasil e o próprio continente africano, em que há preconceito étnico e marginalização da maioria negra.

Costumes africanos – Circuncisão feminina

Segue um artigo sobre as características da mutilação genital feminina, um ritual praticado em países africanos e do Oriente Médio. Mesmo sendo um costume da região, a circuncisão evidencia que certas práticas culturais não devem mais existir nos dias de hoje, tendo em vista o sofrimento que causa para as jovens envolvidas no processo.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Continente perdido no esquecimento,
Lembrança de onde nasceu a vida,
De onde começou o mundo.
Terra onde se perde um sentimento
Por apenas um pouco de comida,
Acreditar na existência, valor profundo,
Guerra que matas a esperança,
Que tiras o desejo de dizer
Tudo aquilo que é o Homem.
Guerra que procuras vingança
De quem não quiser
Aceitar as ideias de outrem.
Branco que não quer ser preto,
Porque diz ser inferior,
Ódio que segrega,
Que aumenta o tamanho do ghetto.
O preto que não é pior ou melhor
Que à pátria ferida também renega.
Contradições de ideias que não existem,
Que se perdem na confusão,
Num mundo virado ao contrário.
O barulho que os Homens fazem,
A sua total perda de razão,
A ilusão num mundo imaginário.


fonte text: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=45282

Combates deixam mais de 100 mortos no leste do Congo

AE - Agência Estado
Confrontos entre insurgentes hutus de Ruanda e rebeldes da milícia Mai Mai no leste da República Democrática do Congo (antigo Zaire) deixaram mais de 100 mortos na semana passada, incluídos civis, disse nesta terça-feira um ativista local.


"Há uma semana, os Mai Mai atacaram as forças democráticas para a libertação de Ruanda, que fizeram uma retaliação ao atacarem todos que puderam, aos quais acusaram de colaborarem com os Mai Mai", disse à agência France Presse (AFP) Omar Kavota, coordenador para uma sociedade civil na província de Kivu do Norte.

As informações são da Dow Jones.

fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,combates-deixam-mais-de-100-mortos-no-leste-do-congo,876349,0.htm

USA for Africa - We are the world


Esperança africana supera os problemas da realidade

Africanos se dizem melhores hoje do que cinco anos atrás.
A pesquisa, feita em dez países, diz que eles estão otimistas com relação ao futuro.


Apesar da somatória de problemas englobando desde doenças fatais como AIDS e malária, até políticos corruptos e pobreza crônica, um grande número de africanos afirma que estão melhores hoje do que cinco anos atrás.Além disso, estão otimistas com relação ao próprio futuro e ao das próximas gerações, segundo uma pesquisa realizada pelo “New York Times” e pelo Pew Global Attitudes Project em dez países subsaarianos.


Foto: Christoph Bangert/The New York Times
Christoph Bangert/The New York Times
Fiscais eleitorais após votação fraudada na Nigéria (Foto: Christoph Bangert/The New York Times)

Os resultados apresentam um panorama atípico e complexo de um continente em transição – um retrato de dez países africanos modernos tirado no momento em que lutam para constituir governos responsáveis, administrar conflitos violentos e transformar recursos naturais em riqueza para a população.


A pesquisa identificou que, na maior parte, os africanos estão satisfeitos com os governos nacionais e a maioria dos entrevistados, em sete dos dez países, declarou que a situação econômica está boa, pelo menos em alguns aspectos. Contudo, muitos afirmaram que enfrentam uma série de problemas complexos que, às vezes, ameaçam suas vida, desde o tráfico de drogas, passando por corrupção política, carência de saneamento básico, escolas inadequadas para as crianças, violência étnica e política, até doenças fatais.


As entrevistas feitas pessoalmente foram realizadas em abril e maio com 8.471 adultos em Gana, Etiópia, Costa do Marfim, Quênia, Mali, Nigéria, Senegal, África do Sul, Tanzânia e Uganda. A amostra da pesquisa incluiu populações adultas de todas as regiões desses países, com exceção da África do Sul (onde se concentrou na zona urbana) e da Costa do Marfim (onde foi desproporcionalmente urbana e procurou se manter em áreas simpatizantes ao governo). A margem de erro da pesquisa foi de três ou quatro pontos percentuais para mais ou para menos.


Lydia Polgreen do 'New York Times'

Fonte: